segunda-feira, 29 de junho de 2009

Como se procede a Assessoria de Comunicação?


A comunicação organizacional deve ser feita por um profissional da área de comunicação social, seja qual for à habilitação que é Publicidade e Propaganda, Jornalismo ou Relações Públicas, até porque estas disciplinas concordam entre si muito mais neste caso. Não confundir assessoria de imprensa com assessoria de comunicação, até porque a assessoria de imprensa é uma parte em determinado momento da assessoria de comunicação.

O profissional deve primeiramente vender ao empreendedor ou ao mantenedor de uma instituição a importância de uma comunicação interna e seus benefícios. Isto pode ser através de vínculos empregatício, como através de uma empresa de assessoria de comunicação que pode ser uma agência de publicidade, de comunicação ou como free lance, ou seja, autônomo. Deve analisar a empresa num todo e depois vender ao público interno a importância da comunicação e instalar a assessoria na base de um endomarketing que é o mesmo processo do marketing, só que interno. Criam-se projetos, planos e ações dentro da realidade da empresa que venha mobilizar e motivar o corpo funcional, tirando-os do envolvimento para colocá-los no comprometimento. É uma reengenharia cultural.

Criam-se meios de comunicação interno que vão desde um memorando até sistemas gráficos e eletrônicos. Produzem-se tablóides, constroem-se murais, criam-se cartazes, fazem-se reuniões, encontros, sistema de circuito interno de TV ou rádio interna, enfim, tudo vai de acordo com a realidade da empresa tanto economicamente, quanto em relação à quantidade de colaboradores internos, espaço físico ou outras questões a serem levadas em conta, mas dá-se para realizar comunicação interna em empresas de qualquer tamanho. Temos que levar em conta que a comunicação interna ajuda e em muito a construção da comunicação externa.



A INTERFACE DA COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL



A comunicação interna integra o conjunto em primeiro momento, porém serve também para afinar-se com o discurso externo da empresa. Por exemplo, é recomendável que cada ação externa seja comunicada, explicada e incorporada pelo ambiente organizacional. Os colaboradores internos devem sempre saber das ações da empresa no mercado organizacional de consumo. A comunicação organizacional refere-se à comunicação interna que em determinado momento colabora para a comunicação externa.



EMPREENDENDO NA COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL



Existem várias possibilidades de se prestar serviços de assessorias de comunicação organizacional. Por vínculo empregatício o profissional de comunicação tem que montar um departamento na empresa e sintonizar-se com a mesma. Como free lance ou por uma empresa de comunicação o profissional deve estar em constante sintonia com a empresa. De qualquer forma, tudo começa com o conhecimento e análise da empresa que se vai assessorar. Fazem-se pesquisas com o corpo funcional, cria-se um sistema de mídia, projetam-se planos e ações para desenvolver a comunicação que sempre será o objetivo de resolver problemas organizacionais. A busca de informações é o celeiro que alimentará os projetos e elas devem ser localizadas dentro e fora da empresa. Dentro, em seus departamentos e nos funcionários e fora no discurso dos concorrentes, nas publicidades, feiras, enfim, em tudo que é exposto.



Fonte: www.borkenhagen.net

http://www.fejesp.org.br/empresa_junior/home/45-fejesp-conhecimento/322-como-se-procede-a-assessoria-de-comunicacao.html

domingo, 28 de junho de 2009

Consciência Profissional Coletiva em Relações Públicas

A inquietação diante da decisão do Supremo Tribunal Federal, que tornou desnecessário o diploma de jornalismo para o exercício dessa atividade profissional, resulta valiosa oportunidade para a valorização das Relações Públicas. Concretizar essa oportunidade implica aprender com as reflexões advindas das consequências da decisão do STF, seja sobre o mercado de comunicação, como também no âmbito da academia.


O entendimento sobre quais são as nossas convicções em relação a tema cruciais para o avanço da profissão de RP, como a continuidade da regulamentação; a efetiva participação dos Conselhos Regionais; a contribuição de cada profissional de RP - através da sua forma de atuação, certamente, ser-nos-á favorável, principalmente pela circunstância do debate nacional sobre o jornalismo.


Revela-se proveitoso transformamos nossas diferenças na busca, unida, pela valorização das Relações Públicas. Neste momento polêmico e de potenciais conflitos, demonstra-se valioso concentrarmos energias e esforços na procura por uma consciência profissional coletiva, ao invés da atitude infrutífera de apontar para culpados ou realizar acusações inócuas aos nossos parceiros, sejam eles pessoas ou entidades. Este momento deve ser de reflexão e entrosamento, deixemos de lado acusações que determinem enfraquecimento dos laços que nos unem como parceiros nesta encantadora profissão.


Diante desse pensamento conciliador e de agregação desses parceiros, promoveremos em Salvador-Ba, no mês de julho, ao menos dois encontros que possibilitem, com vigor e contundência, uma saudável discussão sobre as consequências dessa recente decisão do STF. Partiremos de um entendimento conjunto que garantirá participação produtiva e convivência harmoniosa, o que facilitará lograrmos êxito nesses eventos: a) receptividade para todas as opiniões sobre essas questões cruciais - que são bem-vindas para o alcance de um pacto grupal; b) reconhecimento e respeito ao cumprimento legal do exercício dos Conselhos Regionais; c) valorização do envolvimento de cada profissional de RP no âmbito dessas discussões e criação de ambientes e oportunidades para essas manifestações, salvaguardados os parâmetros para uma participação responsável e qualificada, conforme pressupõe nossos valores profissionais.


O extrato das discussões desses encontros será amplamente divulgado e as questões consensuais encaminhadas aos destinos procedentes. Proponho, portanto, aproveitarmos essa recente decisão do STF para elevarmos o nível das nossas discussões e, sobretudo, deixarmos de lado eventuais diferenças, concentrando-nos no fortalecimento da nossa belíssima profissão. Que possamos aproveitar essa oportunidade para aprendermos e, quem sabe, alcançarmos uma consciência profissional coletiva.



Att,


Eliezer Cruz

DELEGADO Salvador/Bahia

CONRERP 3ª. Região 1781

sábado, 27 de junho de 2009

Melhor emprego do mundo é no Algarve (como Relações Públicas)

O Rock One Portimão 09 está a seleccionar pessoas para trabalharem como Relações Públicas e Animadores do Festival. Os vencedores ganham 20 mil euros em quatro dias.


Os candidatos ao "Verdadeiro Melhor Emprego do Mundo" habilitam-se a ganhar alojamento em hotel de luxo, carro de alta gama e 20 mil euros. São nada mais do que 5000 euros por dia.

O concurso é uma iniciativa do Rock One que procura seleccionar entre 6 a 10 pessoas para trabalharem como Relações Públicas e Animadores do Festival, que vai decorrer de 5 a 8 de Agosto, no Áutodromo Internacional do Algarve , em Portimão.

Os relações públicas deverão acompanhar os artistas, convidados, patrocinadores e jornalistas, tendo ainda a função de divulgar o blogue oficial e participar em todas as actividades promocionais do evento.

Serão ainda seleccionadas mais 200 pessoas para trabalhar no Festival.

Para concorrer basta adquirir um bilhete para o Rock One Portimão 09 através do site oficial (www.rockone.pt ) ou em qualquer ponto de venda e preencher o formulário.

O concurso é aberto a todos os cidadãos comunitários, entre os 16 e os 36 anos e cidadãos não comunitários desde que detenham título de residência em Portugal válido no mínimo até 31 de Agosto.


http://aeiou.expresso.pt/melhor-emprego-do-mundo-e-no-algarve=f518135

TV Globo ganha Leão em Cannes- Relações Públicas

A Globo ganha, nesta segunda-feira (22), seu primeiro Leão em Cannes na categoria estreante de Relações Públicas com a ação Mil Casmurros.

Criada pela emissora no ano passado, em parceria com a LiveAD, para divulgação da microssérie Capitu, de Luiz Fernando Carvalho, a peça recebeu o primeiro prêmio do Brasil nesta edição do Cannes Lions.

http://ofuxico.terra.com.br/materia/noticia/2009/06/22/tv-globo-ganha-leao-em-cannes-115506.htm

"Decisão sobre diploma de Jornalismo não afeta a profissão de RP", diz presidente do Conrerp

Por Ana Luiza Moulatlet/Redação Portal IMPRENSA


Com o fim da obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para o exercício da atividade- decidida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 17 de junho - a única profissão da área de Comunicação Social que exige o diploma é a de Relações Públicas, já que para exercer Publicidade e Propaganda ele também não se faz necessário.

A decisão do STF, no entanto, vem suscitando discussões das mais diferentes entidades do país, o Portal IMPRENSA conversou com Elaine Lina, presidente do Conselho Regional de Relações Públicas (Conrerp) 2ª Região - São Paulo e Paraná, para entender as especificidades da profissão de Relações Públicas e o porquê da obrigatoriedade do diploma ainda vigorar na área.

A posição de Elaine, e do Conrerp, é clara: o órgão apoia a exigência do diploma, em todas as profissões. "Entendemos que a capacitação proporcionada pela universidade é fundamental para a formação de profissionais competentes e aptos a exercer as atividades da profissão. O mercado pode proporcionar a prática, sem dúvida. Mas os conceitos técnicos essenciais, somados a uma formação humanística ampla e reflexiva somente podem ser obtidos por meio de cursos regulares de formação superior".

Portal IMPRENSA
- Gostaria de saber algumas especificidades da área de Relações Públicas para entender melhor como funciona a profissão, e entrar um pouco na discussão sobre a exigência de diploma.

Elaine Lina - Antes de mais nada, é preciso esclarecer que a profissão de Jornalismo não foi desregulamentada e nem o MTB [registro no Ministério do Trabalho] invalidado. Somente um dos critérios para sua obtenção - o diploma universitário - é que foi revogado. No mais, tudo continua valendo. Sendo assim, é correto afirmar que as três profissões continuam regulamentadas.

IMPRENSA -
Qual é a opinião do Conrerp sobre o fim da exigência do diploma de Jornalismo? Isso afeta de alguma maneira a área de Relações Públicas?

Elaine - Lamentamos a decisão que aboliu a obrigatoriedade do diploma, pois entendemos que é na universidade que o profissional alcança a verdadeira - e necessária - capacitação. Tanto que acreditamos ainda em uma reversão desta situação. Não entendemos, porém, que esta decisão possa de alguma forma afetar as Relações Públicas, pois são situações e contextos absolutamente distintos.

IMPRENSA -
O que é necessário para ser Relações Públicas? É preciso ter algum pré-requisito?

Elaine - Conforme Lei Federal nº5377/67, para ser um profissional de relações públicas é preciso ser bacharéu formado em escola de nível superior em Relações Públicas ou ter concluído curso equivalendo no exterior, desde que o diploma seja validado pelo MEC no Brasil.


IMPRENSA -
Como se tira o registro de RP? Quais são os trâmites?

Elaine - O passo a passo para emissão do registro profissional pode ser encontrado no site do Conrerp 2ª Região, mas de forma suscinta podemos dizer que é necessário reunir os documentos pessoais e diploma de formação universitária (ou certificado de conclusão de curso, para registros provisórios), foto e formulários preenchidos e assinados pelo requerente e recolher as taxas determinadas pela legislação, também encontradas no site. Isto para o registro de pessoa física. É importante lembrar que no caso de empresas que se dedicarem à prestação de serviços de relações públicas estas também precisam efetuar seu registro de pessoa jurídica, a exemplo de qualquer profissão regulamentada, uma vez que o Direito brasieliro distingui pessoa física e jurídica em suas responsabilidades e atribuições. Todos os formulários e outras informações pertinentes encontram-se no site ou podem ser obtidas pelo 0800 do Conrerp 2ª Região (0800 167 853).


IMPRENSA -
Vocês consideram, como classe, o diploma necessário para o exercício da profissão de RP?

Elaine - Com absoluta certeza. Conforme já mencionamos no caso de Jornalismo, também para Relações Públicas entendemos que a capacitação proporcionada pela universidade é fundamental para a formação de profissionais competentes e aptos a exercer as atividades da profissão. O mercado pode proporcionar a prática, sem dúvida. Mas os conceitos técnicos essenciais, somados a uma formação humanística ampla e reflexiva somente podem ser obtidos por meio de cursos regulares de formação superior. Em resumo, acredito que o mercado sozinho pode até formar técnicos operacionais em determinadas atividades dentro do escopo da profissão, mas o profissional pleno, de pensamento estratégico amplo, precisa da formação superior.

IMPRENSA - Os conselhos regionais e o nacional defendem a reserva de mercado?

Elaine -
Não posso falar pelos demais conselhos, mas o Conrerp 2ª Região entende que "reserva de mercado" não seria o termo mais adequado, pois pode dar margem a interpretações equivocadas. O que defendemos sim é a devida qualificação dos profissionais que se diponham a exercer a profissão e o reconhecimento ou acreditação desses profissionais por meio de órgãos com a devida legitimidade para tal.

IMPRENSA - Vocês tem algum tipo de receio de que com a queda do diploma de Jornalismo e a não existência da necessidade do diploma para Publicidade e Propaganda possa acontecer o mesmo com as Relações Públicas?

Elaine -
Não acredito que isto possa ocorrer. Não vejo razões plausíveis para quaisquer questionamentos sobre a legitimidade da exigência de qualificação em nível superior para profissionais que irão trabalhar com o bem mais precioso das instituições: sua reputação frente à opinião pública.

Gordon Brown quer relações públicas


O primeiro-ministro britânico está apostado em melhorar a sua imagem, desgastada pela crise e sobretudo pelo escândalo de deputados. Para isso, segundo o jornal ‘Financial Times’, Gordon Brown vai contar com os serviços de Simon Lewis, o especialista em relações públicas contratado pela rainha após a morte da princesa Diana.



Isabel II não hesitou em pagar um salário de 230 mil libras (271 400 euros) a Lewis para que este reabilitasse a sua imagem, manchada pela forma como reagiu à morte da ex-nora. Agora, Brown está em negociações com o especialista para que ele faça o mesmo com ele. Ironicamente Simon Lewis é irmão de William Lewis, director do ‘Daily Telegraph’, que revelou o escândalo dos deputados.

http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=ECCA1EA2-2BD4-463E-8912-958272521003&channelid=00000091-0000-0000-0000-000000000091

Brown terá porta-voz que ajudou rainha a reparar imagem

LONDRES - O primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Gordon Brown, nomeou Simon Lewis o novo porta-voz oficial da região. Lewis, um veterano relações-públicas, é apontado como responsável por restaurar a reputação da rainha Elizabeth II após a morte da princesa Diana. O anúncio foi feito pelo porta-voz do primeiro-ministro Michael Ellam, que perderá o posto para Lewis. O novo funcionário ajudou a restaurar a imagem da família real britânica após o descontentamento popular que se seguiu à morte de Diana.



Lewis também trabalhou na operadora de telefonia móvel Vodafone. Seu irmão, Will Lewis, é editor do Daily Telegraph, jornal britânico que ampliou a pressão sobre Brown ao divulgar durante um mês excessos dos parlamentares pagos com dinheiro público. Ellam disse que assumirá um novo posto no Tesouro britânico a partir de julho.


http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,brown-tera-porta-voz-que-ajudou-rainha-a-reparar-imagem,388122,0.htm