segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Delegacia do Conselho na Bahia

Profissionais e estudantes do curso de Comunicação Social com Habilitação em Relações Públicas estarão reunidos no próximo sábado, dia 1º de agosto de 2009, para discutir a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a questão da não obrigatoriedade de diploma para o exercício da Profissão de Jornalista.


O evento marca o início oficial dos trabalhos da Delegacia de Salvador do Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas 3ª Região, que terá a frente o baiano Eliezer Cruz, atualmente subsecretário de educação de Salvador. Durante o encontro será lançado um Manifesto do Conselho Federal sobre o assunto, além do curso de extensão “Ouvidorias: conceito, estruturação, funcionamento e resultados.”


http://blog.clickgratis.com.br/delegaciaconrerpba/

sexta-feira, 24 de julho de 2009

A importância da Comunicação Dentro e Fora da Empresa.

A importância da Comunicação Dentro e Fora da Empresa.


Toda empresa tem a função de contribuir, de forma lucrativa, para o desenvolvimento da sociedade. Para que isto aconteça, as empresas elaboram metas, objetivos e estratégias relacionadas ao seu crescimento tanto no presente como no futuro.

Tais planos podem ser realizados de maneira formal, com assembléias e utilizando especialistas no assunto, ou então de maneira informal, estando tudo estruturado na mente do empresário. Independente da maneira como os planos são elaborados, um fator determinante do sucesso na implementação de novos projetos é a comunicação. Um bom sistema de comunicação é o que fará com que todos dentro da empresa trabalhem na mesma direção, focalizando os esforços para alcançar os mesmos objetivos.


E é este sistema que fará com que clientes, fornecedores e outras pessoas externas à organização entendam qual é a função da empresa na sociedade.

Não adianta empenhar tempo e dinheiro na elaboração de projetos se a empresa não é capaz de transmitir suas idéias de maneira clara e precisa a seus colaboradores, parceiros e clientes. Sistemas de comunicação falhos são como aquela brincadeira do telefone sem fio: você fala uma coisa para uma pessoa que diz à outra e assim vai até que o último da fila recebe uma mensagem tão distorcida e tão diferente da original que chega ser engraçado e divertido quando isso é apenas uma brincadeira. Mas quando isso é a realidade de muitas organizações, chega a ser trágico, pois, na melhor das hipóteses, envolve apenas perda de tempo e de dinheiro. Na pior delas, pode até levar uma empresa à falência por meio de boatos que complicam a situação dela no mercado.


A comunicação é importante em qualquer coisa que envolve mais de uma pessoa. È através dela que empresa, sociedade, família e todos os outros grupos se entendem, se relacionam e se desenvolvem. A boa comunicação faz a união e a união faz força. E é assim que se alcança o sucesso.

http://www.administradores.com.br/artigos/a_importancia_da_comunicacao_dentro_e_fora_da_empresa/10052/

Revolução digital dará novos rumos ao Marketing


A comunicação está passando pelo principal período de uma revolução digital. O motivo é simples: próximos dos 30 anos de idade, executivos que nasceram na Era Digital junto à internet, nos anos 1980, estão se tornando líderes das empresas do setor e consequentemente trazem novos desafios para os profissionais de Marketing. Esta afirmação é feita por Walter Longo, Vice-Presidente de Estratégia e Inovação da Young&Rubican.

Esta revolução digital
pode ser comparada ao conceito desenvolvido por Shel Silverstein, o Tesarac. A associação ao termo se dá por conta da mudança que ocorre na comunicação com paradigmas que deixam de fazer sentido enquanto surgem outros que ainda não podem ser totalmente mensurados. Por isso, hoje existem três tipos de consumidores: os turistas digitais; os imigrantes digitais; e o nativo digital.

Se antes a comunicação podia ser comparada a um jogo de boliche, com o objetivo de acertar todos os pinos com uma bola, de uma só vez, hoje o jogo mudou. De acordo com Walter Longo agora estamos diante de um pinball, já que a comunicação bate e volta, e o emissor não sabe a força com que ela chega e muito menos com o impacto que ela vai causar.

Mídia digital dita novos rumos
No cenário atual os consumidores se encontram “presos” às mídias tradicionais e esta realidade não deve mudar tão cedo. “Apesar de ver o surgimento de novas mídias, não sabemos a real dimensão que elas terão no futuro e este é o presságio para um impacto nunca visto antes”, diz Walter Longo, em entrevista ao Mundo do Marketing. Neste cenário, a internet surge como a principal ferramenta por oferecer comunicação instantânea e que pode ser editada ao mesmo tempo.

Isto é o que a diferencia das outras mídias, segundo Longo. “Mídia nova não mata mídia velha. Os meios impressos são editáveis e não instantâneos porque eu decido a hora e o local em que vou consumir. Já a mídia eletrônica é instantânea, mas não editável porque eu só posso consumi-la onde ela estiver. Desta forma elas tornam-se complementares para a comunicação do homem”, conta.

Desta forma, as empresas de comunicação estarão cada vez mais se envolvendo com mídias digitais só que de maneira exponencial. “A revolução digital será feita por novas mídias que vão abranger muitos consumidores e qualificar a mensagem ao mesmo tempo. Além disso, ela será mais acelerada do que se imagina” afirma o Mentor do Grupo Newcomm durante a palestra “O Mundo Digital e os novos desafios do Marketing” promovida pela Rede Elemídia em comemoração aos cinco anos de atuação da empresa no mercado de mídias alternativas do Rio de Janeiro.

Tendências irreversíveis
A chegada da revolução digital aponta para duas tendências irreversíveis na comunicação. A primeira é a que trata da passagem de uma comunicação massificada para a individualização da mensagem. Isto significa falar com cada individuo de forma diferente sem ter o custo elevado que havia antes da comunicação digital.

A segunda tendência apresentada por Walter Longo é que os meios podem misturar o conteúdo editorial com o publicitário sem precisar de interrupções. O modelo atual usa a interrupção para chamar a atenção do consumidor com um comercial, mas o que acontece é a mescla entre mensagem e entretenimento. “Hoje já é possível que uma empresa que não é mídia se torne mídia. Temos cada vez mais anunciantes produzindo conteúdo, games, entre outras formas de entreter. Se antes os anunciantes eram obrigados a usar uma mídia para chegar ao público, hoje a empresa se transforma em mídia e atinge o seu consumidor”, aponta.

Fato é que as mídias digitais estão dificultando cada vez mais a relação entre o consumidor e as mídias tradicionais. O principal fator para a mudança de comportamento é que o consumidor não quer e não precisa mais esperar a TV anunciar as notícias porque ele pode obtê-las na internet.

http://www.mundodomarketing.com.br/5,10189,revolucao-digital-dara-novos-rumos-ao-marketing.htm
Revolução humana com novo perfil

Antes de ser tecnológica, a comunicação está passando por uma revolução humana que está divida em três tipos de perfil de consumidor. Os turistas digitais são os que entram vez ou outra na internet e têm dificuldades em manusear um iPhone, por exemplo. Outros são vistos como imigrantes digitais, já que se “mudaram” para este mundo, mas não são originários dele. Por último está o nativo digital, que hoje não considera a internet uma tecnologia porque ele já nasceu inserido nela.

Segundo Walter Longo, são os nativos digitais os grandes responsáveis pela revolução digital. “A tecnologia para eles já é comum e estes executivos assumirão em breve o poder das empresas e começarão esta revolução. Apesar de perceber isto, não sabemos quão rápido e o impacto que esta revolução vai gerar na comunicação”, explica o executivo ao site.

As características principais entre os consumidores apresentam diferenças básicas com relação à revolução digital que se anuncia. Enquanto alguns têm medo das novas formas de comunicação e preferem se manter longe delas, outros tem prazer em conhecer e consumí-las assim que surgem no mercado. Os consumidores que compõem a Neofobia são geralmente menos jovens, urbanos e menor instrução digital. Já a Neofilia é composta por pessoas cada vez mais jovens, mais urbanos e educados.

Mídia na hora certa

Oriundas da internet, as mídias Out of Home não se baseiam no modelo de interrupção tradicional. Denominada de Outernet, estas mídias atingem consumidores em diferentes lugares ao mesmo tempo, de forma segmentada. O objetivo delas é impactar as pessoas enquanto elas estão paradas obrigatoriamente, seja na fila do banco ou no elevador.

Outra característica destas mídias é atingir os consumidores no momento em que as tradicionais não estão sendo efetivas. “Ela está na contramão das outras mídias e é um lubrificante social porque gera boca-a-boca e as pessoas fazem comentários sobre o assunto”, diz Longo.

De acordo com o Vice-Presidente de Estratégia e Inovação da Y&R as mídias Outernet possuem grande potencial em países em desenvolvimento porque estes oferecem mais tempo de espera ao público. A mídia Out of Home está aproximando a audiência com a atenção do público; a abrangência da mensagem com a eficiência da mesma; e ainda o ponto de impacto com o de consumo. “Ela é abrangente, relevante, não invasiva, qualificada, útil e faz as pessoas se comunicarem”, completa Walter Longo

http://www.mundodomarketing.com.br/5,10189,revolucao-digital-dara-novos-rumos-ao-marketing.htm

Relações Públicas se digitaliza em prol da marca

Jornal, revista, televisão e radio. Foi-se o tempo em que uma empresa de relações públicas poderia trabalhar a imagem de empresas, pessoas e produtos apenas nestas mídias. Com a internet, o contato do consumidor se multiplicou em sites corporativos, blogs e redes sociais, apenas para citar os comuns. Gerenciar a imagem, portanto, ficou muito mais difícil.

Empresas como Nike, Casa & Vídeo, J.Macêdo, Microsoft, Ipiranga e até o Ministério da Saúde e a Confederação Nacional da Indústria sabem disso. Eles contrataram a FSB PR Digital, o núcleo da empresa de comunicação que acaba de levar para sua equipe a especialista em marketing digital Risoletta Miranda. “Relações publicas no Brasil hoje é evento. Aqui se pensa de uma forma um pouco mais diferenciada. Fazer a comunicação não pode mais não passar pelo digital”, afirma Risoletta ao Mundo do Marketing.

Um dos focos deste segmento de negócio é fazer uma conexão do que está na rede para pautar as mídias tradicionais e ajudar a posicionar a empresa na web conforme ela deseja. “Quando se identifica uma tendência, pode-se criar uma agenda positiva, esclarecer antes que vire um boato”, aponta Risoletta. “Os nossos clientes podem ser um grande disseminador de conteúdo”, diz a executiva enfatizando que não se faz isso com perfis fantasmas em redes sociais nem se paga por conteúdo.

Usa-se estratégia. Faz-se diagnóstico de imagem e reputação, que é um raio x de como uma marca está sendo percebida em todos os ambientes e se estão relacionamentos e quais atributos estão ligados a marca. É uma ampla análise de percepção. “Isso tem feito toda a diferença”, argumenta.

http://www.mundodomarketing.com.br/5,10441,relacoes-publicas-se-digitaliza-em-prol-da-marca.htm

Comunicação estratégia ganha importãncia na crise

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Para Aberje, comunicação permite que empresa ganhe espaço no mercado; profissionais da área devem assumir papel de gestores estratégicos.

A crise econômica mundial fez com que muitas empresas cortassem custos e a área de Comunicação não passou despercebida. Porém, se é importante para a companhia diminuir os gastos, também é evidente que o investimento estratégico na comunicação com stakeholders (todos os públicos com os quais a empresa estabelece relações) é fundamental para garantir sua reputação e visibilidade.

De acordo com a Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial), nesse cenário de crise, a comunicação corporativa se torna um ativo de grande relevância, porque possibilita compreender a fundo a organização e seu cenário de atuação, além de monitorar a concorrência e os públicos que interferem em seus negócios.

Com ela, ainda é possível alinhar o posicionamento, as decisões e as ações organizacionais em meio a um futuro incerto. Afinal, muitos falam que o "fundo do poço" da crise já passou, enquanto alguns são mais céticos em relação a isso. Ainda segundo a Aberje, a comunicação corporativa permite que se construa a reputação da organização em bases sólidas, importante para ganhar a preferência dos clientes neste momento de maior concorrência.

Profissionais

Aos profissionais que atuam na área, a Aberje indica que assumam um papel de gestores estratégicos da reputação e implementem projetos que incluam:

* Um mapeamento dos públicos que são estratégicos para a empresa;

* Políticas de comunicação dirigidas para cada um deles;

* O posicionamento de comunicação da organização;

* Análise de cenários internos e externos;

* A determinação de objetivos a serem alcançados e ações necessárias para se chegar ao resultado;

* Avaliação dos resultados.

Os desafios

De acordo com o coach executivo e de equipes, Carlos Cruz, um dos maiores desafios dentro das organizações é o de melhorar a comunicação entre todos os públicos.

"Quando estudamos o comportamento humano, podemos identificar três mecanismos que podem empobrecer as relações interpessoais e, por isso, prejudicar a comunicação dentro de uma organização. São eles: eliminação, distorção e generalização", afirmou.

A eliminação ocorre quando parte da informação que se deve transmitir é omitida, enquanto a distorção acontece quando a mensagem é entendida de forma equivocada. A generalização, por sua vez, acontece quando, ao tomar conhecimento de um fato, tenta-se generalizar seus efeitos para outros contextos.

Para superar esses desafios, Cruz orientou que é preciso ter conhecimento de que eles existem. "É neste instante que pode-se assumir o controle do processo de comunicação e utilizar-se de técnicas para checar se a informação que está circulando na empresa é verdadeira ou um simples telefone sem fio", afirmou.


http://www.administradores.com.br/noticias/comunicacao_estrategica_ganha_importancia_na_crise/24754

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Como ter uma comunicação eficiente e equipes comprometidas no desenvolvimento de projetos


Ferramentas como blogs, intranets e instant messengers podem facilitar a comunicação entre as equipes, mas não garante o sucesso na comunicação de um projeto

Não há exemplo melhor para falarmos sobre comunicação na área de projetos do que a história do Sultão e seus conselheiros.

Um rico e poderoso sultão, certa noite, sonhou que havia perdido todos os dentes. Preocupado, ele mandou chamar seus dois conselheiros mais sábios. Ao perguntar para seus eles o que significava o intrigante sonho o primeiro lhe falou, “todos da sua família morrerão antes de vossa alteza!”. O sultão, transtornado e furioso, mandou para a masmorra o insensível e agourento sábio. O segundo, ao ser consultado disse: ”este sonho quer dizer que o senhor terá uma vida muito longa”. Satisfeito com a resposta o sultão concedeu um polpudo prêmio por sua sabedoria.

Ambos os sábios escolheram palavras e formas diferentes para dizer a mesma coisa ao sultão. No entanto, a forma como as coisas são ditas, por mais corretas e precisas que estejam, podem desencadear as mais diversas reações nas pessoas. Portanto, na comunicação existe um aspecto comportamental muito importante que não pode ser negligenciado pelo líder. No mundo corporativo, principalmente na área de gestão de projetos em que a realização de todas as atividades com prazo, qualidade e custos desejados é fundamental, a comunicação é essencial para que as “engrenagens” funcionem de forma harmônica e no tempo necessário.

E como gerenciar todas as informações geradas nos projetos de modo eficiente?

O primeiro passo é planejar a comunicação. O processo não pode simplesmente acontecer. O gestor e sua equipe devem definir como irá ocorrer. É claro que é inevitável as pessoas conversarem, trocarem idéias, mas a comunicação oficial do projeto deve ser bem definida e clara para evitar ruídos e desentendimentos.

Portanto, para planejar a comunicação em projetos devemos pensar nos objetivos, nas reuniões que teremos, nas mensagens e documentos que serão gerados e trafegados durante toda a sua execução, nas estratégias de comunicação, na temporalidade da comunicação, mídias utilizadas e após o término do projeto, o arquivamento de todo conteúdo gerado.

Comprometimento -
Atualmente temos tecnologia que apóia sensivelmente essa comunicação tais como blogs, portais, intranets, sistemas de gerenciamento de projetos, e-mails, instant messengers e outros dispositivos. Mas tais avanços e facilidades podem facilmente se transformar em problemas de over communication. Quem não recebe emails em demasia? Quem não recebe emails com documentos anexados de páginas e páginas? Utilizar apropriadamente as mídias e tecnologias disponíveis é fundamental para se obter o desejo e o comprometimento dos elementos do projeto. De acordo com Bill Quirke, consultor inglês e autor do livro “Communicating Change”, existe uma mídia apropriada para cada tipo de comprometimento necessário.

Um bom exemplo é o famoso e-mail, que é muito bom para conscientização (ou seja, recebo um email e tenho noção do assunto). As pessoas recebem e-mails ou boletins de informações e ficarão conscientes das ações executadas pela equipe, mas nem sempre passar um email é ter o comprometimento e engajamento necessários. Quando se pretende um envolvimento no assunto, é necessário fazer algo presencial ou interativo, como reuniões ou conferências para a troca de informações e geração de idéias e conhecimento. Portanto, o uso apropriado de midias de comunicacao tem o poder de gerar o envolvimento e o comprometimento das equipes.

Se planejar a comunicação é fundamental, de nada vai adiantar se não nos preocuparmos se todas as etapas deste processo foram bem executadas. As informações devem ser geradas no tempo apropriado, enviadas ao público alvo sem ruídos e conforme o planejado. Manter o status do projeto atualizado, com informações consistentes e atualizadas, é fundamental para a boa gestão de um projeto.

Ao mesmo tempo, manter as reuniões produtivas é instrumento vital para manter o projeto em um ritmo desejado e executar correção de eventuais desvios que possam ocorrer. Vale lembrar que persistência e disciplina ajudam muito para a manutenção da comunicação. Esta comunicação ainda é fundamental no encerramento de projetos. Todos os documentos gerados devem estar sistematizados e guardados. Ao final deve-se fazer um relatório e sistematizar as lições aprendidas coletadas durante o projeto, dessa forma erros passados não serão cometidos e futuras execuções de projetos serão mais dinâmicas e eficientes.

*Margareth Carneiro é PMP e MSc, co-autora dos livros Gerenciamento das Comunicações em Projetos, da Ed. FGV e Projetos Brasileiros - Casos reais de Gerenciamento, da Ed. Brasport. e Diretora de Gerenciamento de Projetos da Compass International (www.compassbr.com.br)


http://www.administradores.com.br/noticias/como_ter_uma_comunicacao_eficiente_e_equipes_comprometidas_no_desenvolvimento_de_projetos/24591