quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Divulgação 7° RP em Evidência‏




Ulbra traz o especialista em comunicação digital Rodrigo Cogo
No dia 25 de outubro, o curso de Relações Públicas da Ulbra promoverá o 7º RP em
Evidência, com a presença do especialista em comunicação digital, Rodrigo Cogo. O evento
acontecerá a partir das 19 horas, no Anfiteatro do Prédio 59 (curso de Odontologia) no
Campus da Ulbra, em Canoas.
Com o intuito de aproximar o acadêmico do ambiente profissional na área da
comunicação digital, esta edição terá como tema: “Os desafios da comunicação digital para as
organizações”.
A 7ª edição do RP em Evidência busca atingir, além de profissionais e acadêmicos de
comunicação, estudantes do ensino médio e de cursinhos pré-vestibular.
Para debater o assunto abordado por Rodrigo Cogo, o evento contará com a presença
do músico e deputado estadual Mano Changes, do publicitário que atua no Grupo RBS, Max
Lannes, do assessor de comunicação da Ondaweb, Noelton Costa e da profissional de relações
públicas que atua na Perverte, Érica Baratter. A mediação será de Daniela Fofonka Gomes,
coordenadora de relações públicas da assessoria de comunicação da Ulbra.
Esta produção é realizada pela disciplina Gestão de Eventos, com alunos dos cursos de
Relações Públicas, Publicidade e Propaganda, Ciência Política e Administração e conta com o
apoio institucional do Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas (CONRERP), da
Associação Brasileira de Pesquisadores em Relações Públicas e Comunicação Organizacional
(ABRAPCORP), e da Associação Brasileira de Agências de Comunicação (ABRACOM), dentre
outros.
A entrada no evento é gratuita. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone:
(51) 3462-9507 (a partir das 13h30min).

Siga nosso twitter: @7RPemevidencia
Página no Facebook: http://www.facebook.com/7rpemevidencia

domingo, 3 de julho de 2011

Crise aquece setor de relações públicas pelo mundo

As empresas de relações públicas norte-americanas têm experimentado um efeito colateral positivo da recessão econômica: profissionais de RP passaram a ser solicitados para não apenas apagar incêndios e gerenciar crises, mas também para participar diretamente da estratégia dos negócios.

De acordo com reportagem publicada na revista ‘The Economist’, embora algumas estatísticas apontem queda de faturamento e dispensa de funcionários no setor, nada se compara às perdas das companhias atendidas pelos RPs. Segundo a Veronis Suhler Stevenson (VSS), empresa de gerenciamento de fundos, os investimentos em relações públicas nos Estados Unidos cresceram 4% em 2008 e 3% em 2009, números expressivos se comparados aos da publicidade, uma escolha mais tradicional, responsável por gastos de 3% em 2008 e de 8% no ano passado.

O setor de RP está fazendo bonito, porque, entre outros fatores, sua operação é mais em conta do que campanhas publicitárias de massa e seu impacto nas mídias on-line e off-line pode ser facilmente mensurado. Como consequência desse momento favorável, as empresas de RP começam a invadir o território da publicidade: agora, além de tentar que seus clientes sejam mencionados na imprensa, elas ambicionam organizar eventos ao vivo, edição de blogs de empresas, lançamentos na web e outras ações. Christopher Graves, diretor da agência Ogilvy Public Relations Worldwide, arriscou dizer que, a partir de agora, ao observarmos os dois setores, ficará cada vez mais difícil distinguir onde termina o trabalho de um para começar o do outro.

“A tendência detectada pela revista ‘The Economist’ a respeito do significativo incremento do mercado de relações públicas nos Estados Unidos é reflexo do que a categoria vem discutindo já há alguns meses e, certamente, não se trata de uma realidade localizada apenas naquele país, mas de um fenômeno mundial em que a profissão está envolvida”, afirma Marcello Chamusca, diretor geral do Portal RP-Bahia e editor do Guia de Relações Públicas na Internet.

As transformações no cenário midiático também beneficiaram o mercado de relações públicas. Ficou ainda mais importante chamar a atenção do grupo cada vez menor de jornalistas que cobre negócios nos meios tradicionais e, ao mesmo tempo, ajudar as empresas a quebrar a resistência para tentar um novo modelo. Outro forte vetor de mudança é a ascensão da internet – que oferece mais ferramentas de medição do que a propaganda convencional – e das mídias sociais; muitas grandes organizações têm marcado forte presença em redes como Twitter e Facebook, supervisionadas pela equipe de RP.

De acordo com Chamusca, a tendência confirma que esse novo cenário – de decadência das mídias tradicionais e de crescimento da web – tem dado um grande impulso ao mercado, visto que o perfil do profissional de relações públicas que atua no contexto das organizações contemporâneas é mais conveniente para a atividade.

“A formação do RP é muito mais propícia para interagir nas mídias sociais, pois essas redes possuem uma arquitetura que privilegia a participação e que, por sua vez, necessitam de constantes técnicas de relacionamento para serem geridas. E quando o ambiente global é de crise sobressai-se naturalmente, a atividade que tem no seu DNA a mediação de conflitos”, comenta o também editor da revista digital ‘RP em Revista’.


http://www.nosdacomunicacao.com/panorama_interna.asp?panorama=302&tipo=R

sábado, 4 de junho de 2011

VAGA: ÁREA: COMUNICAÇÃO

ÁREA: COMUNICAÇÃO

VAGA 1 - ASSESSOR OPERACIONAL

• Requisitos Necessários: Formação Superior completa ou cursando último ano: Administração de Empresas, Comunicação Social, Marketing, Economia, Ciências Contábeis.

• Habilidades e Competências Desejáveis: perfil comercial, dinamismo, comunicativo.

• Salário e Benefícios: R$ 1.930,00 + vale refeição, vale alimentação, vale transporte, assistência médica, odontológica, auxílio creche, participação nos resultados, entre outros.

Interessados enviar CV para: metodorh@hotmail.com

VAGA 1 - ANALISTA DE PESQUISA

VAGA 1 - ANALISTA DE PESQUISA

Objetivando reestruturar o setor de pesquisa de opinião, a HRV Soluções em Ouvidoria vem oferecer 01 vaga para profissionais da área de Administração, Marketing ou Relações Públicas que tenham experiência no Planejamento, Execução e Apresentação de Pesquisa de Opinião e Pesquisa de Marketing.

Segue abaixo detalhamento da oportunidade:

• Elaboração do Projeto de Pesquisa.
• Elaboração dos questionários de Pesquisa.
• Experiência e facilidade em coordenar e liderar equipes de pesquisa.
• Consolidação e análise de resultados.
• Elaboração de relatórios.
• Experiência na área de pesquisa.
• Domínio do office, em especial utilização do Excel e Power Point, como requisito.
• Ensino Superior completo em Administração, Marketing ou Relações Públicas.
• Faixa salarial: R$ 2.000,00 a R$ 2.500,00. O valor será definido de acordo com a experiência e qualificação do profissional.

Interessados enviar cv para humberto.hrv@hotmail.com, favor indicar o título da vaga no item assunto do e-mail. Prazo para envio: 03/06/2011.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

VAGA 1 - ASSISTENTE DE COMUNICAÇÃO

Áreas de Atuação: Relacionamento com Formadores de Opinião e Produção editorial

Objetivo Geral: Trabalhar a imagem corporativa através de ações de relações públicas e assessoria de imprensa, de acordo com a política estabelecida pela Alta Administração.


Principais atribuições:
• Verificar diariamente a caixa de emails corporativo e responder às demandas internas e externas.
• Interface com assessoria de imprensa para produção mensal de releases e textos sobre saúde ocular e os atributos do DayHORC.
• Elaborar mensalmente cronograma de visitas ao público que compõe o mailling de formadores de opinião nas cidades de atuação do DayHORC.
• Atualização periódica do mailling de formadores de opinião das praças de atuação do DayHORC.
• Proposição de atividades geradoras de mídia espontânea para o DayHORC.
• Produção mensal de conteúdo para o site, intranet e semanal para as redes sociais.
• Monitoramento das redes sociais das quais participam o DayHORC e seus concorrentes, com produção mensal de relatório.
• Organizar eventos para a imprensa; recepcionar, tratar e direcionar demandas da imprensa por entrevistas e participações institucionais do DayHORC ou de membros do • Corpo Clínico em reportagens, matérias e ouras ferramentas jornalísticas.
• Participar de feiras e palestras externas e apoiar a produção e divulgação dos eventos internos.
• Atuar em sinergia com os demais assistentes de comunicação.
• Contribuir para o conteúdo informativo do Mural das unidades DayHORC.
• Realizar diariamente o clipping de notícias sobre o DayHORC;


Escolaridade: 3º grau completo em Comunicação Social, preferencialmente Jornalismo e Relações Públicas. Domínio do pacote Microsoft Office, Photoshop ou Corel Draw.
Experiência: 1 ano
Competências: Atenção, criatividade, comunicação.

Salário: R$ 1.129,50

Horário: 08h às 12h das 13h às 18h – Segunda a Sexta.

Os interessados devem enviar currículos para o e-mail: contato@msaselecao.com.br; margaridasilva@msaselecao.com.br

domingo, 17 de abril de 2011

Ambev abre inscrição para seleção de estágio

Estão abertas as inscrições para o Programa de Estágio da Ambev, que tem como objetivo estimular o potencial dos futuros profissionais. Os interessados em participar da seleção, devem estar na fase final do curso de graduação, além de ter inglês intermediário.

As inscrições devem ser realizadas até o dia 13 de maio, pelo site www.estagioambev.com.br. Após o cadastro, é importante estar atento à data das provas, que devem ser realizadas pela internet até o dia 20 de maio.

A seleção é dividida em etapas, com provas de inglês, português e raciocínio lógico, dinâmica de grupo, e entrevista individual. O participante que não realizar a prova no prazo determinado, será eliminado.

http://www.atarde.com.br/vestibular/noticia.jsf?id=5711685

quarta-feira, 13 de abril de 2011

VAGA DE EMPREGO

A Vitalmed seleciona: Analista de Relacionamento

Escolaridade: Superior Completo.
Experiência: na gestão de fidelização e relacionamento com o cliente, com pesquisa e marketing.
Conhecimentos específicos: CRM, Call Center, Ouvidoria, Google Analytics, Redes Sociais e programas de informática de modo geral.

Os interessados deverão encaminhar o currículo para stbatalha@vitalmed.com.br, com o nome da vaga no assunto do email.

sábado, 2 de abril de 2011

RELAÇÕES PÚBLICAS:Rio 2016: A participação de empresas de comunicação nos preparativos para os Jogos Olímpicos

As oportunidades de investimentos em comunicação corporativa no Brasil em função da série de eventos esportivos que o país receberá nos próximos anos, como a Copa do Mundo de Futebol, em 2014, e os Jogos Olímpicos, em 2016, foram temas do 45º Encontro Aberje Rio. Estiveram presentes Nicoletta De Denaro, gerente geral de estratégia do Comitê dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e Carina Almeida, sócia-diretora do Grupo Textual.

Realizado no Oi Futuro do Flamengo, o evento também contou com a presença do presidente do capítulo Rio da Aberje, Virgínio Sanches, superintendente de comunicação e sustentabilidade da Unimed-Rio, uma das patrocinadoras oficiais dos Jogos Paraolímpicos. Para o diretor, os departamentos de comunicação têm um grande desafio pela frente. “Temos um espectro de oportunidades imenso para os próximos anos. As ações em mídias sociais são um exemplo disso”, afirma.

Carina Almeida destacou o papel da comunicação integrada na promoção de eventos esportivos. Em sua apresentação, a diretora comentou que, apenas em 2009, o montante de patrocínios globais em esportes atingiu US$ 31,4 bilhões. “Temos um mar de oportunidades em comunicação e relacionamento a ser aproveitado, não só com a população, mas também com a imprensa, fornecedores, colaboradores, atletas etc.”, acredita.

Segundo Carina, se nesse cenário o patrocinador quiser se diferenciar, é preciso ser verdadeiro no planejamento de ações integradas. “Não basta querer associar a marca ao esporte. Deve-se disseminar seus valores e potencializar o relacionamento e sua visibilidade com formadores de opinião”, analisa a diretora, cuja agência venceu, no ano passado, o prêmio Aberje Rio com o case ‘Rio 2016: Uma Conquista Inédita para o Brasil’.

A jornalista sugeriu que as empresas deveriam ir além do patrocínio esportivo. “A Coca-Cola, durante a Copa do Mundo de 2010 na África do Sul, por exemplo, forneceu conteúdo e suporte de informação à imprensa.” Segundo ela, uma pesquisa realizada pela Textual apontou que jornalistas que fizeram a cobertura da competição naquele país reclamaram da falta de suporte por parte dos organizadores.

Para Nicoletta de Denaro, esse tipo de apoio deve se estender além dos jornalistas de esportes. “Temos diversos outros profissionais que também virão para a cidade, como especialistas em turismo, design etc. Devemos tratá-los muito bem, pois eles também farão matérias sobre o Rio de Janeiro e suas atrações.”

Nicoletta apresentou cases de sucesso de cidades-sede como Pequim, na China, e Barcelona, na Espanha, que após os jogos de 1992 passou a ser um dos cinco destinos mais procurados por turistas. Até 91, a cidade não aparecia nem entre as 100 primeiras opções de passeio. Ela descreveu ainda uma agenda de ações e eventos que serão realizados no Rio de Janeiro e no exterior entre 2011 e 2016.

Durante os jogos de Londres, locais abertos ao público com projeção das competições (live sites) serão montados na capital fluminense e em outras cidades mundo afora. No período, o palácio de Somerset House, na capital inglesa, será a sede do Comitê Olímpico Brasileiro, que realizará exposições sobre a cultura brasileira, além de outros eventos.

As campanhas de comunicação, enfatizou Nicoletta de Denaro, devem sempre representar valores como superação e o idealismo do Barão Pierre de Coubertin, que realizou a primeira edição dos jogos olímpicos modernos, em 1896, em Atenas, na Grécia. “Nesse sentido, o comitê olímpico vê com bons olhos possíveis patrocinadores que tenham interesse em continuar investindo após 2016.”

Segundo ela, o princípio fundamental do comitê é buscar verdadeiros parceiros. “Queremos marcas que estejam comprometidas e não que queiram apenas ‘melhorar’ sua imagem. Não é qualquer empresa que aceitamos para patrocinar o evento. Também temos que preservar nossa marca, por isso, fazemos restrições a qualquer tipo de imoralidade ligada à organização interessada”, esclarece.

http://www.nosdacomunicacao.com/panorama_interna.asp?panorama=438&tipo=R

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Comunicado Oficial do CONFERP sobre a Classificação Brasileira de Ocupações e a Tabela de Profissões do Imposto de Renda

Prezados Profissionais

A Diretoria-Executiva do CONFERP, empossada no último dia 20 de janeiro, iniciou gestão para que seja incluída na Tabela de Ocupação Principal constante da “Ficha Dados do Contribuinte” do Imposto de Renda Pessoa Física – IRPF, uma rubrica específica para a Profissão de Relações Públicas.

Por razões óbvias – o programa de IR da Receita Federal já estava fechado – não foi possível concretizar a inclusão desse código específico a tempo hábil do preenchimento da Declaração do Imposto de Renda para o Exercício de 2011. Isso porque não se trata de um processo de simples alteração ou correção.

Em razão dos contatos já efetuados, tivemos a oportunidade de observar que algumas profissões que tiveram, nos anos anteriores, baixo índice de opção foram retiradas da tabela. Ao mesmo tempo, também observamos que há uma expectativa muito positiva de que o Conselho Federal incluirá rubrica própria de nossa profissão para o Exercício de 2012.

Para fortalecer nossa ação com a Receita federal, seria recomendável, no entanto, colocar o código 000 – Outras ocupações não especificadas anteriormente, que se encontra na Classificação 21: Outras ocupações.

É importante ressaltar, também, que a Tabela de Ocupações apresentada no IRPF tem como base a Classificação Brasileira de Ocupações – CBO, do Ministério do Trabalho e Emprego. Consideramos, como vários profissionais já manifestaram, que a mencionada classificação e a respectiva descrição da profissão de Relações Públicas na CBO, precisa ser atualizada para refletir integralmente o que ela representa, cumpre, exerce e realiza.

Por essas duas razões, a questão que se apresenta no momento não é somente a de se criar uma rubrica específica para a tabela do IRPF, mas sim fazer com que o Ministério do Trabalho e Emprego reconheça nossa profissão com a importância que ela tem para a sociedade e a inclua oficialmente no cenário das profissões um código específico para Relações Públicas, procedendo as atualizações em todos os seus mecanismos internos.

Esperamos contar com a atenção e compreensão que você tem demonstrado e com o apoio de todos nessa ação, que é mais uma busca para a conquista do reconhecimento profissional.

.
FLÁVIO SCHMIDT
Presidente

CONRERP/2ª 1723
JORGE EDUARDO DE A. CAIXÊTA

Secretário-Geral
CONRERP/3ª 286

MARCELO GENTIL ESPINHEIRA
Tesoureiro
CONRERP/3ª 1771

http://www.conferp.org.br/?p=2390

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

VAGA:Estagiária de Comunicação-(Colégio Anchieta Salvador -Ba)

Precisa-se de estagiária de Comunicação a partir do 2º semestre, URGENTE! currículo para: comunica@anchietaba.com.br.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

VAGA:Professor com formação em Relações Públicas, preferencialmente com Mestrado




Professor com formação em Relações Públicas, preferencialmente com Mestrado.


Enviar currículo com urgência para. superintendencia@castroalves.br

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Novos desafios para o profissional de relações públicas

Segundo pensamento do grande teórico de marketing, Al Ries, em sua obra "Queda da Propaganda" ( editora Campus 2003 ), relata-se que a propaganda não está necessariamente atrelada e comprometida, com a geração de receitas através de vendas , mas, sim preocupada com premiações de criação e satisfação de egos de algumas agências de publicidade.

Ressalta-se que o papel de "branding" pertencerá cada vez mais aos profissionais de Relações Públicas, mesmo em nosso país, onde a propaganda ainda possuí um papel relevante na construção de marcas / produtos, já se percebe uma tendência sob a responsabilidade de Relações Públicas ( como citarei abaixo ) alguns exemplos.

Hoje, cada vez mais organizações de pensamento moderno, posicionam sua marca / produto através de ações culturais e sociais, como por exemplo, a empresa do setor de energia AES que realiza campanhas junto a comunidade para conscientizar crianças a soltarem "pipas" em lugares distantes de fios de alta tensão. Na região sul do país essa mesma empresa patrocina eventos culturais musicais.

A marca Close-up ( marca pertencente ao grupo anglo-holandês Unilever ) tem utilizado como estratégia de rejuvenescimento da marca patrocínio de eventos musicais junto ao público jovem, da faixa etária de 16 a 20 anos .

Na maior empresa de bebidas do mundo ( ABImbev ) a marca SKOL, há pelo menos cinco anos, também segue o caminho de "branding" através de ações culturais musicais, denominado de SKOL Beats.

Ainda no segmento de bebias, a empresa que mais investe em marketing no mundo ( Coca-Cola ), criou no Brasil, um programa inédito no mundo, uma mistura de empreendimento social com marketing. Batizado de "Coletivo", o programa é voltado para a educação de jovens na faixa de 17 a 25 anos. Com a participação de organizações não governamentais e associações de moradores, a empresa instala salas de aula em favelas e em bairros pobres de grandes cidades brasileiras.

No segmento de cosméticos, a Natura, entre outros programas de ações sociais, conta com um programa de alfabetização de adultos.

Até mesmo a indústria fonográfica, combalida pelas novas tecnologias de acesso musical, tem buscado novas possibilidades de geração de receitas, através da produção de shows, como o produzido pela cantora Ivete Sangalo, no maracanã realizado em 2006.

Todos os exemplos citados, já demonstram o novo horizonte profissional que está no caminho do profissional de Relações Públicas, gerar receitas para a empresa através de uma política de "branding" que atua lado a lado com a sociedade e seu "target" sem se preocupar com premiações ou fogueiras de vaidades.


Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.

http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/novos-desafios-para-o-profissional-de-relacoes-publicas/44755/

O profissional de Relações Públicas e a Comunicação Interna Organizacional

A chamada "rádio peão" é uma "erva daninha" que deve ser ceifada das organizações. Para tanto, não basta a adoção de políticas de endomarketing, se estas não estiverem integradas ao departamento de Relações Públicas.Por Marcelo Dias

Uma vez perguntado como poderia não entender de nada da maioria das coisas que construía em sua empresa e ainda assim ser considerado o empresário do século, Jack Welch, norte-americano e antigo presidente da GE (General Elétric) respondeu que não precisava entender de tudo, mas precisava entender de pessoas.

Hoje, a GE ( General Eletric ) em sua filial brasileira, possui um modelo de comunicação interna a ser seguido. Toda e qualquer organização, seja do terceiro setor, religiosa ou política, necessita de resultados financeiros positivos e estes são alcançados através das pessoas ( funcionarios da empresa ). Existem "cases" de organizações que são modelos de políticas motivacionais, mas estas são aplicadas, não pelo motivo de tornarem seus funcionários felizes. Mas, sim estas políticas motivacionais são utilizadas como um "meio" para se chegar ao "resultado positivo".

O conjunto de políticas motivacionais, na atualidade é denominada de "endomarketing", porém, para que estas políticas tenham êxito são necessárias "informações", pois, como sempre destaco aos meus alunos: Informação é poder !!! sempre deixo claro em minhas aulas, que a pior coisa que pode existir em uma empresa, é a chamada "rádio peão" esta rádio que presta serviço de "inutilidade pública" apresenta informações que destroem a missão de muitas empresas.

Dentre os novos desafios, do profissional de Relações Públicas, também se encontra a tarefa de comunicação interna, esta com o objetivo de informar e gerar conhecimento ( poder ) aos funcionários da empresa, para se atingir a sua missão, valor e visão. Cabe ao Relações Públicas, zelar pela imagem organizacional, perante ao chamado "steakholders" .

Hoje, o avanço tecnológico permite a utilização de novas ferramentas de comunicação e devem ser utilizadas com eficiência e eficácia, para minar o mal que a "rádio peão" causa as empresas. Trabalhei por alguns anos, como relações públicas, de uma empresa multinacional petroquímica. Lá, conheci o poder da "rádio peão", posso falar que esse poder advinha da ineficiência ( ausência ) de políticas de endomarketing, que por sua vez não interagia com o setor de relações públicas, resultando em resultados aquém do previsto pela matriz.

Em síntese, a comunicação interna, em qualquer tipo de organização, tem a função primaz, de garantir o resultado a organização e se esse é negativo, em grande parte deve-se a falta de uma eficaz comunicação interna e o Relações Públicas, como "zelador" do "branding" externo e interno. tem um papel de liderança.

Como dizia um grande comunicador brasileiro popular: "...Quem não se comunica, se trumbica..."


Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.

http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/o-profissional-de-relacoes-publicas-e-a-comunicacao-interna-organizacional/44757/

O profissional de Relações Públicas Contemporâneo

No DNA, das Relações Públicas, encontramos: a defesa do interesse público, a necessidade de informar com transparência e honestidade ações organizacionais, através de notícias jornalísticas e não publicitárias, nos primórdios do século XX, através do jornalista Ivy Lee, surgiram as bases do que conhecemos hoje como Relações Públicas.

O interesse público, até então renegado, pela ganância dos primeiros grandes capitalistas do século passado, teve no surgimento das Relações Públicas o seu alicerce seguro e era a defesa que a sociedade encontrava contra os interesses exclusivos dos grandes capitalistas que surgiam.

Graças ao êxito do trabalho pioneiro, realizado por Ivy Lee, o capitalista John D. Rockfeller, teve a oportunidade de reescrever sua história e reverter para a sociedade um pouco de seu sucesso empresarial, e até mesmo o Brasil em 1916 contou com os benefícios da fundação Rockfeller.

Hoje, a sociedade cobra das organizações, o que denominamos de "responsabilidade social", muito tem sido feito nesta área, e em países como o nosso, ainda é um campo com enormes potencialidades.

Hoje o setor de Relações Públicas depara-se com desafios que vão muito além da capacidade de informar ações organizacionais, atualmente cabe á Relações Públicas, situar-se na linha de frente, na execução do planejamento estratégico das empresas. De forma, a trabalhar pela propagação das diretrizes estratégicas elaboradas pela alta chefia chegar eficazmente até o chamado chão de fábrica.

Foi-se, o tempo em que os objetivos da empresas, eram elaborados e mantidos em sigilo, guardados á sete chaves. Ninguém pode seguir, ou, mesmo fazer aquilo que não se conhece. Neste sentido, como zelador da imagem organizacional, cabe ao departamento de relações públicas, incrementar políticas de comunicações internas, em conjunto com as políticas de endomarketing, para se executar o planejamento estratégico que foi elaborado / planejado.

Atualmente o Brasil se prepara, para ser a quinta maior economia do planeta, e o papel de Relações Públicas, já não é o mesmo do passado, onde era comum, contratar-se pessoas que tivessem influência junto á instâncias governamentais, para ser um elo entre as duas pontas.

Hoje, profissional de Relações Públicas brasileiro, encontra-se mais valorizado e com novas responsabilidades, que vão de encontro a manter a empresa, num patamar de maturidade em seu longo ciclo de vida, para o bem de toda a comunidade envolvida.


Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.

http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/o-profissional-de-relacoes-publicas-contemporaneo/45183/

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Petrobras prevê concurso para o ano que vem e 6 mil vagas até 2013

Cargos serão de nível médio e superior, com salários de até R$ 5,7 mil.
Maior demanda é para engenheiros, geólogos, geofísicos e técnicos


A Petrobras abrirá concurso público no ano que vem, afirma o gerente de gestão de efetivo, Lairton Correa. De acordo com ele, a previsão é de que aproximadamente 6 mil novos empregados sejam contratados até 2013 por meio de concursos. A empresa tem atualmente cerca de 58 mil funcionários – em 2013 projeta chegar a 64 mil.

Os cargos na estatal são de nível médio e superior (veja a lista completa ao fim da reportagem). Os salários variam de R$ 1.647,19 a R$ 5.685,07. Além do salário-base, a empresa oferece participação nos lucros, previdência complementar, benefícios educacionais para filhos de empregados (da creche ao ensino médio) e plano de saúde (médico, odontológico, psicoterápico e benefício farmácia).

O RH [departamento de recursos humanos] trabalha estreitamente com o planejamento estratégico da Petrobras, vê o efetivo existente e o efetivo necessário. À medida que a necessidade de cada área vai sendo atendida, novos processos seletivos são abertos”, explica Correa.

Sobre o concurso de 2011, o gerente não informou em qual mês deve ser lançado o edital e nem o número de vagas. “Neste momento o RH está consolidando as necessidades de cada área, cargo a cargo, localidade por localidade, levando em conta cada unidade da Petrobras. Aí faz novo processo seletivo, move empregados experientes para as atividades novas, e supre [as vagas que ficaram abertas] com o pessoal que está chegando”.

De acordo com Correa, as novas contratações têm a ver com as novas descobertas do pré-sal, reposição de pessoas que saem da empresa e abertura de novas unidades, principalmente refinarias.

Os cargos com maior demanda de vagas atualmente são engenheiros (equipamentos, petróleo, processamento e naval), geólogos, geofísicos (todos de nível superior), técnicos de manutenção e de operação (que exigem formações técnicas). “O principal foco é na linha de engenharia e de técnico de nível médio”, diz.


http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2010/11/petrobras-preve-concurso-para-o-ano-que-vem-e-6-mil-vagas-ate-2013.html

Cespe fará concurso da Empresa Brasil de Comunicação

Extrato de dispensa de licitação foi publicado no DOU de quinta (1).
Oportunidades serão para Brasília, Rio, São Paulo, Manaus e São Luís.


A Empresa Brasil de Comunicação (EBC), antiga Radiobrás, fará concurso público. O extrato de dispensa de licitação, que escolheu como organizador do exame o Centro de Seleção e Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB), foi publicado na página 4 da seção 3 do "Diário Oficial da União" de quinta-feira (1).

As oportunidades serão para Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Manaus (AM) e São Luís (MA). Não foram informados os cargos nem o número de vagas.

A EBC é composta pelos canais TV Brasil e NBR, Agência Brasil, além de oito emissoras de rádio.



http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2010/07/cespeunb-fara-concurso-da-empresa-brasileira-de-comunicaca.html

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Consultoria: profissão de Presente e Futuro


Esta entrevista foi publicada na revista Foodservice News, edição No. 11, e pode também ser encontrada no site www.foodservicenews.com.br

No momento das difíceis decisões, profisisonais desempenham papéis indispensáveis nas grandes empresas

Cada vez mais presente nas empresas, os serviços de consultoria caracterizam-se pela realização de diagnósticos e processos e têm o objetivo de identificar soluções e recomendar ações. Com esses dados, o consultor desenvolve, implanta e viabiliza um determinado projeto de acordo com a necessidade de cada cliente.

Vários motivos levam à contratação de um profissional para realizar um trabalho de consultoria. Quando são verificados problemas que demandam know-how específico, a organização necessita da presença de um consultor especialista. Há ainda certos trabalhos cujos funcionários possuem a capacidade para realizá-los, mas, em função das atividades rotineiras, não encontram tempo hábil para executá-los. Nestes casos, o consultor assume o projeto até que ele esteja pronto para ser incorporado.

Por outro lado, muitas empresas contratam profissionais que transmitam know-how ao pessoal interno e terceirizado para que os mesmos possam fazer o trabalho. O consultor fica responsável pelo treinamento de equipes em novas técnicas, repassa informações sobre novos produtos e depois presta assessoria complementar para implementação.

Outro fator é a necessidade de um parecer independente sobre determinado projeto ou procedimento da empresa. Nestes casos, o empresário busca minimizar as possibilidades de falhas no projeto, evitando gastos imprevistos.

Os consultores podem ainda ser contratados para trabalhar em conjunto com os executivos da organização para a avaliação de processos e/ou análise de dados estratégicos.

Etapas

Para Dino Mocsányi, empresário e consultor especializado em desenvolvimento de negócios, a consultoria não é uma profissão. "O consultor trabalha as mudanças organizacionais, como, por exemplo, alterações nos processos de trabalho, alterações em sistemas, mudanças comportamentais e outras. O campo de trabalho sempre é ligado a alguma alteração na empresa, na qual o consultor assessora e proporciona apoio técnico. Ele ainda possui uma experiência diversificada em projetos diferentes e companhias diversas", define.

Mocsányi segmenta a atividade de consultoria em sete momentos. O primeiro consiste na prospecção de mercado e marketing, seguido pelo contato com o cliente. O segundo momento baseia-se no entendimento da questão ou problema a ser resolvido pelo consultor e na elaboração do projeto. No terceiro momento estão o estabelecimento do contrato de trabalho com o cliente e a definição dos resultados a serem obtidos.

A avaliação inicial detalhada e o estabelecimento do planejamento de trabalho fazem parte do quarto momento. O quinto, por sua vez, é marcado pela execução do plano, quando o cuidado maior é manter o escopo do trabalho, sem desviar do projeto inicial. O sexto momento é a avaliação de resultados, seguido pela sua finalização.

O empresário avalia que existem no mercado muitos profissionais “não-empregados” que passaram a atuar como consultores sem nenhum tipo de preparação. "Há uma extrema competição entre os que são e os que estão consultores, uma vez que os que estão realizam um trabalho inferior que acaba denegrindo o trabalho dos que são efetivamente consultores".

Segundo ele, a consultoria na Europa e em outros países desenvolvidos é uma atividade extremamente comum. No Brasil, porém, esta tradição existe há apenas 20 anos. "Há um desconhecimento sobre como trabalhar com consultores, pois o hábito ainda está em evolução", analisa.

Uma boa consultoria levará em consideração as reais condições da empresa, do mercado e da conjuntura geral para atuar de forma efetiva e atingir os resultados esperados. Outro aspecto fundamental é a relação consultor vs. cliente, que exige confiança e responsabilidade mútuas.

Quando intervenções profundas nos processos, no foco ou na própria estrutura das organizações se mostram necessários, o consultor não deve hesitar. Ele deve se portar como um mensageiro, destacando questões não detectadas pela empresa ou ressaltando situações que eram acobertadas em função do receio de se alterar as estruturas. "O consultor é uma espécie de médico das empresas.

Mesmo que o paciente tenha uma doença séria, a função do médico é alertá-lo com relação ao problema, independentemente da sua gravidade".

Experiência
A atividade de consultora passou a fazer parte do seu currículo há exatos cinco anos. Sua experiência teve início na Teknisa, líder em segmentos de gestão, incluindo o Tecfood, software voltado especificamente para o mercado de refeições coletivas. Os sistemas da empresa estão implantados em cerca de 3.000 empresas, totalizando aproximadamente 15.000 sistemas comercializados. "O trabalho surgiu na própria Teknisa. Comecei a atuar na área de suporte e, em pouco tempo, passei a prestar consultoria.

Com a ampliação dos serviços prestados, foram surgindo oportunidades e como eu já conhecia bastante as contas dos clientes da empresa, fiz alguns cursos de gerenciamento de projetos e comecei a prestar este serviço", revela a consultora de negócios da Teknisa, Juliana Diniz.

Enquanto consultora, ela desenvolve atividades principalmente na área de Gerenciamento de Projetos, na qual é trabalhada toda a parte comercial, administrativa e financeira. "Para que uma corporação atinja uma posição competitiva, é necessário que ela supere as expectativas de seus clientes, usando poucos recursos, mas usando-os eficientemente, gastando menos e mantendo o objetivo definido no projeto.

A consultoria, através do gerenciamento de projetos, pode detectar e controlar essas limitações, fazendo com que a organização tenha mais controle sobre as mesmas", destaca. Ela cita os benefícios que uma organização pode obter com o gerenciamento de projetos: aumento da confiança e da segurança do empreendedor, melhor controle de projetos, melhor administração de mudanças e aumento da eficiência e eficácia.

A consultora ainda ressalta que o desafio para o gerenciamento de projetos é ajudar a organização a desenvolver uma consciência dos temas globais, bem como dos mecanismos para responder efetivamente a eles. "O gerenciamento e os gerentes de projetos são a chave para o crescimento e o sucesso organizacional", resume.

De acordo com ela, o Tecfood entra nas atividades de consultoria enquanto projeto. Normalmente, após a aquisição dos sistemas, o cliente necessita de um auxílio ou orientação para a implantação dos mesmos. Esta implantação torna-se um projeto e a consultoria passa a ser responsável pela condução do mesmo. "Este sistema executa o controle dos custos de produção, identificando desvios do planejamento e suas causas e é uma poderosa ferramenta para a monitoração e a redução de todos os custos envolvidos na produção.
Possibilita também a realização de análises diferenciadas, comparando os custos planejados com os custos realizados", salienta. O programa ainda é fundamental para a visão da viabilidade das refeições, identificando os pontos de desvio e as causas dos erros de execução.

Para acessar o CV do autor, clicar em seu nome no início deste artigo. Para contatá-lo, envie e-mail para: atendimento@consultores.com.br

Data de Publicação: 17/1/2004
http://www.consultores.com.br/artigos.asp?cod_artigo=285

11 Dicas para uma Boa Administração de Conflitos




1. Procure Soluções, Não Culpados.

É evidente que todo problema ou conflito tem uma causa, e, se você procurar, vai encontrar o culpado também. Mas, ao fazer isso, estará também desviando preciosa energia e tempo na caça às bruxas,em vezde se concentrar na solução que, a rigor, é a única saída para o desentendimento.Focalize sua atenção nos ganhos da solução eesqueça a sessão de acusações mútuas.Olhe um nível acima,concentre as pessoas nas metas (é o que elas mais deveriam ter em comum), enfoque as convergências (não as divergências), comprometa as pessoas na busca da melhor solução,encare isso de forma objetiva etambém positiva. Só depois fale a sós com o causador do incidente (se houver um e puder identificá-lo), mostrando-lhe a inadequação da atitude e os resultados disso. Grande parte das vezes uma conversa sincera, respeitosa e objetiva evitará a repetição do ocorrido,desde que as causas sejam tratadas.

2. Analise a Situação.

Faça as seguintes perguntas: QUAL é realmente o problema?, QUEM está envolvido?, O QUE aconteceu?, Desde QUANDO vem ocorrendo?, ONDE aconteceu o desentendimento (em que departamento, setor, área geográfica etc.)?, POR QUE ocorreu o conflito?,Poderia ter sido evitado?
Busque alternativas de solução. Aponte as opções que você julgar mais plausíveis para resolver o conflito.
Escolha a melhor alternativa com base nas informações à sua disposição
Implante e avalie. Ao implantar a solução, faça acompanhamentos periódicos para detectar eventuais desvios de rotas, promovendo reuniões com os envolvidos.Os passos b, c e d poderão também ser realizados com os envolvidos, desde que haja abertura e clima propício para isso.

3. Mantenha um Clima de Respeito.

Ao dialogar com a(s) parte(s) envolvida (s), mantenha sempre um clima de respeito e consideração pois essa será a plataforma que sustentará o entendimento. Evite todo o tipo de sarcasmo, ironia ou agressividade, pois funcionarão como combustível para aumentar a fogueira.

4. Aperfeiçoe a Habilidade de Ouvir e Falar.

Não interrompa quando a outra pessoa estiver se explicando,saiba ouvir e ouça também as entrelinhas, isto é, o que ela não está dizendo mas insinuando por gestos, tom de voz e postura. Assim descobrirá muito além das aparências. Faça perguntas que levem ao esclarecimento do problema. Mesmo que em circunstâncias normais não se deva interromper quem fala, se a outra pessoa não consegue desenvolver seu pensamento, ou estiver se desviando do assunto ou ainda se expressando com dificuldade, interrompa fazendo perguntas objetivas que recoloquem o diálogo nos trilhos.Pergunte qual é a sugestão da outra pessoa para sanar o conflito.

5. Seja Construtivo ao Fazer uma Crítica.

Evite a armadilha da personalidade, usando frases diretas e acusativas do tipo: “Você só sabe trabalhar para si e não ajuda ninguém” ou “Você me prejudicou de propósito”. As pessoas sentem-se acusadas e colocam-se na defensiva quando ouvem frases como “Você fez isso” ou “Você errou aquilo”. Concentre-se no problema ou comportamento e não na personalidade das pessoas. No primeiro exemplo anteriormente dado, uma outra forma de abordagem poderia ser: “Seu comportamento de afastar-se do grupo trem trazido problemas quanto ao cumprimento de prazos do setor”.

No segundo exemplo, a frase poderia ser: “Sua atitude acabou me prejudicando”. Evite também críticas vagas ou malfeitas do tipo:“Seu trabalho tem deixado muito a desejar”. É algo muito impreciso: por isso fale de modo específico: “A pontualidade é algo muito importante para mim, e o seu relatório foi concluído com dois dias de atraso. Além disso, o item 5 não faz menção às novas datas estipulados pelo cliente, conforme os dados que lhe repassei anteriormente”. Da mesma forma, quando alguém lhe dirigir críticas vagas, solicite esclarecimentos “Você é muito negativo” ou “Seu trabalho está abaixo da média” não dizem muito. Pergunte então:“Onde o meu comportamento é negativo?” ou “Onde o meu trabalho está abaixo da média? Eu gostaria de saber para melhorar”.

6. Procure a Solução Ganha-Ganha.

O ganha-perde ou perde-perde são as piores formas de solucionar conflitos. Sempre restarão alguns estilhaços doloridos, aguardando a melhor hora para o contra-ataque. Procure a relação ganha-ganha em que ambos os lados saiam ganhando, sem impor ou humilhar a outra parte. Os conflitos não são casuais. Eles ocorrem quando as pessoas sentem-se frustradas ou humilhadas, ignoradas, não reconhecidas, injustiçadas,inseguras,traídas ou algo assim.Por outra lado -felizmente– as pessoas todas evitam conflitos e tornam-se cooperativas sempre que percebem algo de vantajoso para elas ou para o grupo.

As pessoas cooperativas são aquelas que têm algo a ganhar com isso, e grande parte das vezes n&at ilde;o se trata de dinheiro. Elas podem querer, por exemplo, segurança, estabilidade, reconhecimento,promoção, crescimento pessoal, harmonia em equipe, desafios profissionais, elogio etc.Mostre, portanto,à outra parte o que ela tem a ganhar com a solução do conflito (ou o que ela tem a perder se perdurar) e terá dado um grande passo para a solução do desentendimento.